MichelAngelo▲'s photostream on Flickr.
Coming back to my routine. Uploading old pics from my 1984-1994 work period.
De volta à rotina. Postando fotos do meu trabalho nos anos 1984-1994.
I WILL BE BACK. ALWAYS.
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De volta à rotina. Postando fotos do meu trabalho nos anos 1984-1994.
Trecho do meu post abaixo "Desenhando como criança":
Todas as pessoas dos ambientes artísticos que chamei de "tradicionais" buscavam a reprodução do corpo natural, ou como estudo ou como caminho para resultados surrealistas/fotorrealistas que, hoje, dominam a cena da representação da figura humana. Todos tinham como ponto de partida o modelo vivo. Como eu poderia falar da minha arte, como didática, se a origem da minha figura humana NÃO é o modelo vivo? Como falar da minha arte se a figura humana que expresso é construída por sentimento? Como explicar que eu só preciso desenhar como criança para criar os meus nus? Mesmo assim, esses que classifiquei como "tradicionais" costumavam repetir conselhos para mim do tipo "para eu me soltar" (seguindo aquele bordão imbecil dos modernistas sobre o que seria um desenho mais solto: menos informação anatômica e menos referências no passado). Mas quem precisava se soltar na representação do modelo vivo eram eles, não eu. Eu só preciso do meu rabiscar de criança para construir imagens da minha alma. Quem ainda tem que achar a própria alma para soltar o desenho são eles, os "tradicionais", não eu!

Tabea-Jane (7 days ago)
Hello MichelAngelo, I wish, I can understand this language and english (I know only a little).
I'm curious to learn about your life. I would like to read your book.
Best wishes and greetings from Germany for you!
Janet
MichelAngelo▲ (5 days ago)
Hi Tabea-Jane. Google translator is getting better, but the text above is not easy to be understood by non-native. Google translator is good for short and direct phrases. Probably the translation english-german would work well, since my english is not sophisticated. The text I'm sending you was taken from one I wrote to another european friend. It's the best I can do by now. Unfortunately, I'm not famous enough to see my book translated to german soon.
In 1983, when I "decided" to go deep inside myself to understand everything and to see if the Michelangelo's stuff inside me was for real, I had no expectations (did I have a choice after the remembering of Vittoria's death?). I had my beliefs (Bhagavad Gita and Buddhism) but I kept my mind openned to what was going to be revealed to me. The most shocking things were the remembering of passages of my childhood showing disturbing scenes and visions about my identity as Michelangelo. 1st: my guilty about Vittoria was always inside me ever since. 2nd: my parents were always aware about my spiritual identity, what explained their strange behavior during the 80's (they were the only two people that didn't show any surprise with my sudden talent for art – my mother desperately fought against my interest on art! Why was that???)
But I only believed on my spiritual reality after 20 years of suffering. It has nothing to do with any reincarnation explanation that I ever read.
Summarizing it specially for you: the life of Carlos Eurico Poggi was given to the soul of Michelangelo just to his final encounter with Vittoria (this can have a metaphoric meaning). In 1983, I couldn't believe that my biological mind (Carlos Eurico Poggi) was not my real identity. But since 1979, after my surfboard got stolen, I notice that my life was being "modified". Somehow I knew how my life as Carlos Eurico Poggi was going to be (the surfboard never got stolen in the "original version" of my life!). I don't know how to say this to you, but Carlos Eurico Poggi lived a happy and well-succeded life as a pro surfboard shaper. Our present days had already happened in some other dimension. We are living in an alternative reality. I know that sounds weird but I'm tired of seeing it be proved.
In 1986, the limits of my life for having Michelangelo's soul was revealed to me thousands times. I didn't accept them. I didn't believe on them. And I did everything to be Carlos Eurico Poggi. By the year of 2007, I started giving up on that attempt. I was in a self destruction process. I was commiting a very slow suicide. The limits are real! I had no other choice than accepting my spiritual reality.
Behind all that, there's a powerful religious energy that I would classified it as christian. Do you know that my only recorded dialogue with Vittoria was written in portuguese? The portuguese language is an essencial part of my spiritual manifestation. What brought me back demands me to speak portuguese because of the spiritual destiny of what's happening today. I'm not a reincarnation. I'm a final return from the deads.
(Translate this text to german and see if the meaning makes sense. If it doesn't and you are curious about something, make me any question you want)

Olá pessoal
Prosseguindo com a minha postura de viver abertamente o meu passado – já que fez tão mal para a saúde guardar segredo, no sentido de como as coisas aconteceram na minha vida –, aqui estou eu para falar um pouco do dia 25 de fevereiro, data da morte de Vittoria Colonna. Sempre que esse dia se aproxima, coisas estranhas acontecem, não tenho como evitar de sentir a presença dela e a vida volta a mergulhar em uma saudade devastadora. Talvez, esta minha exposição pública de segredos seja até uma forma de me defender do sobrenatural. A dimensão mística dos finais de fevereiro que já vivi são muito assustadores.
Pessoas que se interessam por espiritualidade e paranormalidade sempre querem escutar de mim uma explicação definitiva sobre como o fenômeno espiritual acontece comigo. Para esclarecer isso, nada melhor do que voltar a 25 de fevereiro de 1979, um belo domingo de sol, e entender como aquele roubo da minha prancha revelou o absurdo que eu começaria a enfrentar.
Assim que a situação do roubo teve início, enquanto eu corria na areia quente, além daquelas comunicações de outra dimensão que escutava, uma percepção muito profunda sobre aquele momento tomou a minha mente com o impacto de um soco na cara. O chocante naquela situação do roubo da prancha não foram as "vozes" sobrenaturais. O meu choque veio da incompreensível certeza de que o roubo não tinha acontecido na vida que eu "sabia" que viveria como Carlos Eurico Poggi. Eu sei que esta afirmação não tem lógica, mas eu tinha absoluta certeza de que, em um outro "universo possível", a prancha não foi roubada e ela se tornou um sucesso técnico que me lançou definitivamente como fabricante de pranchas.
O mais incrível, depois do roubo, foi assistir a lenta transformação de fatos da minha vida que eu "sabia" que dependiam da existência da prancha roubada. Eu "sabia", sei lá como, que eu faria uma prancha quase idêntica a um amigo da turma da rua, que era um ótimo surfista, cujo sucesso em um campeonato daria visibilidade para o meu talento como designer de pranchas naquele ano de 1979. "Mas não há mais prancha para eu copiar as dimensões!", me desesperei, quando me vi na situação que "sabia" que viveria. Pasmo, assisti a outro fabricante fazer uma prancha parecida para este meu amigo, que mandou bem no tal campeonato, como eu "sabia" que aconteceria. E assim, aos poucos, a vida feliz e bem-sucedida que eu "sabia" que viveria como Carlos Eurico Poggi foi sendo "modificada".
Hoje, três décadas depois, a estranheza com tudo ao meu redor continua. Apenas os fatos "modificados" da suposta vida original do Carlos Eurico Poggi original não acontecem mais diante de mim, porque o Carlos Eurico Poggi original não estava aqui, no Rio de Janeiro, aos 50 anos de idade, quando as coisas aconteceram originalmente naquele outro universo possível. Bizarro? Com certeza! Mas incrivelmente verdadeiro! É possível, inclusive, perceber resquícios do suposto Carlos Eurico Poggi original no comportamento das pessoas que estariam envolvidas naquela suposta vida original dele. Tenho amigos que simplesmente não enxergam e/ou ignoram a minha vida atual e ficam repetindo perguntas sobre a minha vida de surfista como se nada de diferente tivesse me transformado ao longo dos anos. Essas pessoas, com suas percepções inexplicavelmente congeladas, para mim, são a prova viva de que realmente existiu um outro universo onde a minha prancha não foi roubada em 25 de fevereiro de 1979.
De uma forma que não sei explicar como, sinto que a vida original do Carlos Eurico Poggi original está, sim, pré-gravada no meu inconsciente profundo. Para meu desespero e agonia, às vezes, sou capaz de ver cenas da vida original se desenrolando como um truncado filme mudo. Mas cada vez menos me reconheço nessas supostas cenas da suposta vida original. Contudo, para controlar a angústia e enfrentar o dia a dia de uma vida "modificada", na qual não existe mais o Carlos Eurico Poggi original, procuro manter contato com o mundo do surf.
Em 1983, quando a lembrança da morte da Vittoria Colonna revelou a identidade da minha alma – e descobri o significado do 25 de fevereiro – o difícil foi aceitar que eu não era a mente biológica batizada de Carlos Eurico Poggi, que estava sendo arrancada de sua vida original. Depois, em 1986, diante das revelações dos limites da minha vida por ser o que sou – uma existência terrena entregue à alma de Michelangelo Buonarroti para que ele reencontre Vittoria Colonna (seja lá o que isso signifique) –, simplesmente não aceitei que não poderia viver livremente por não ter a alma do Carlos Eurico Poggi original. Não quis nem saber e resolvi que seria um Carlos Eurico Poggi qualquer em uma vida reinventada. Em 2008, completamente esgotado, depois de 20 anos arrebentando a cara contra a muralha que limitava a minha vida por eu ter a alma de Michelangelo Buonarroti, eu desisti de tentar ser um Carlos Eurico Poggi qualquer.
No meu último 25 de fevereiro, de 2010, sem saber eu escrevi o texto mais intenso de toda a minha vida, chamado "A Confissão", com o qual eu fechei o meu livro "Ícaro, Contemplação & Sonho". Nesse texto, no qual expressei o arrependimento de uma vida inteira lutando contra a realidade de uma emoção que tudo transcende, está a síntese de todos os 25 de fevereiro. Nesse texto está a explicação definitiva sobre a minha pessoa, a minha vida e a minha experiência espiritual: eu sou a encarnação do amor do Michelangelo Buonarroti pela Vittoria Colonna. Apenas isso.

Eis o link:
http://www.publit.com.br/store/product_info.php?products_id=1215
Qualquer dúvida ou dificuldade com o site para compra do livro, escreva para o consultor editoral: jose.pupo@publit.com.br
Este é o blog dedicado ao livro:
http://icarocontemplacaoesonho.blogspot.com/
O livro descreve e explica em detalhes, mas de forma sucinta, a minha história e mostra como a situação emocional com a Vittoria Colonna envolve toda a minha vida. Sua morte em 25 de fevereiro de 1547 não foi um fim, mas o começo de um resgate espiritual que a Igreja Católica não terá como impedir. Por isso, e atendendo a pedidos, expliquei o sentido do teto da Capela Sistina. Eu não ia fazer isso agora mas, resumidamente, abri o fundamental.
ICARUS, CONTEMPLATION & DREAM (with english subtitles).
Part 1 - INTRODUCTION (38:33 min)
Part 2 - 1983 (25:30 min)
Part 3 - THE NOSTALGIA (29:42 min)
Part 4 - THE SURFER (25:48 min)
The doc film is posted at:
Mabus vai morrer em breve e virá
A terrível destruição de pessoas e animais,
De repente, a vingança será revelada,
Centenas, as mãos, a sede e a fome, quando o cometa passará.
Mabus plus tost alors mourra, viendra,
De gens & bestes vn horrible defaite:
Puis tout à coup la vengeance on verra,
Cent, main, faim quand courra la comete.
Mabus, em seguida, irá morrer em breve mais em breve virá,
De pessoas e animais uma derrota horrível:
Então, de repente se verá vingança,
Cem, a mão, a fome, quando o cometa será executado.
I kept this secret for 25 years. The last two decades I spent trying to pretend to be a normal guy with a normal life, but I'm not. Even though there are unsolved mysteries in the experiences I've been involved in, there is something I can't delay revealing anymore: Eurico Poggi and Michelangelo Buonarroti are the same person.
I'm the same in many ways, but very different in other personal aspects. Enjoy the opportunity! Ask me whatever you want! But take it easy, my fury is still here.
Here is my email: poggi00@gmail.com
All my blogs are part of a spiritual war. Any comment or discussion made through email, chats or social network will be posted on my blogs. There will be no private contact in any case.
All my blogs:
http://michelangeloisback.blogspot.com/
http://icarocontemplacaoesonho.blogspot.com/
http://buonarrotinow.blogspot.com/
http://mabuswar.blogspot.com/
http://handswar.blogspot.com/
http://resurrectionartproject.blogspot.com/
http://michelangelonow.blogspot.com/
http://michelangelo00.blogspot.com/
http://euricopoggi.blogspot.com/
Email: poggi00@gmail.com
Todos os meus blogs são parte de uma guerra espiritual. Qualquer comentário ou discussão através de email, chats ou rede social será postado nos meus blogs. Não haverá nenhum contato privado em qualquer situação.
Meus blogs estão listados acima.
Aviso:
Este perfil é parte de um trabalho espiritual, cujo objetivo é divulgar a minha trajetória de vida, que está descrita em filme doc e livro com o título "Ícaro, Contemplação e Sonho".
Eu detesto esta minha trajetória de vida, mas eu falo dela porque, se eu não fizer isso, a vida não anda.
Eu não sou um aficcionado em Arte.
Eu não frequento ambientes de Arte.
A minha vida pessoal não está na internet e não é vivida pela internet.
Warning:
This profile is part of a spiritual work, which goal is to spread my story called Icarus, Contemplation & Dream.
I hate that story, but I have to talk about it otherwise my life don't work.
I'm not an Art fan.
I do not go to any environments related to Art.
My private life is not on the internet and I never use it for related issues.